Conceito

Para entender toda complexidade da Dependência Química e do Alcoolismo, é preciso antes compreender que essa doença apresenta conceitos variados e significados diferentes de acordo com o assunto ao qual se refere. Nesse contexto, a Dependência Química pode ser classificada a partir dos seguintes modelos: modelo de doença, modelo de comportamento aprendido, modelo psicanalítico, modelo familiar e modelo biopsicossocial.

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Para entender toda complexidade da Dependência Química e do Alcoolismo, é preciso antes compreender que essa doença apresenta conceitos variados e significados diferentes de acordo com o assunto ao qual se refere. Nesse contexto, a Dependência Química pode ser classificada a partir dos seguintes modelos: modelo de doença, modelo de comportamento aprendido, modelo psicanalítico, modelo familiar e modelo biopsicossocial.

Pelo modelo de doença, a Dependência Química pode ser definida como um distúrbio originado na mente do dependente de drogas e álcool, não importando fatores como vulnerabilidade aos efeitos das substâncias psicoativas ou heranças genéticas. Neste caso, ela é caracterizada pelo padrão de recaída, uso frequente, descontrole do consumo e negação da doença.

Do ponto de vista do comportamento aprendido, a uniao-300x201Dependência Química é explicada como um comportamento adquirido pelo método da imitação durante a infância ou convívio no meio social, tendo como principais influenciadores do seu desenvolvimento problemas que afetam o estado comportamental do dependente, tais como mudanças fisiológicas, além de pensamentos e sentimentos negativos.

O modelo psicanalítico concebe a Dependência Química como resgate a sensações adquiridas durante a infância. O abuso das substâncias seria então decorrente de transtornos que se originaram na mente do residente, tais como: intolerância aos afetos, incapacidade de autodefesa, inabilidade no desenvolvimento da autoestima ou problemas na estruturação de relações pessoais e sociais.

Já o modelo familiar associa à Dependência Química as falhas no sistema familiar. Tem o intuito de motivar um equilíbrio e uma mudança nos relacionamentos entre parentes a fim de impedir que problemas familiares influenciem no uso de álcool ou drogas.

Por fim, no modelo biopsicossocial unem-se fatores biológicos, psicológicos, sociológicos e culturais que interferem no desenvolvimento da Dependência Química. Este modelo na realidade se apresenta como uma unificação dos quatro modelos anteriores e compreende a dependência como uma herança genética de comportamento, que pode levar ao uso abusivo de drogas ou álcool.